Achar uma forma de acordar todo o caos; essa é a tarefa do artista de hoje.
                                        Samuel Beckett

Desde a época da escola, Henriques se mostrava interessado nos assuntos ecológicos, nas várias formas de manifestações artísticas e, bem antes ainda, tinha grande curiosidade sobre os mistérios da vida, das ordens filosóficas e religiosas. Chegou a ser homenageado, ainda adolescente, por um trabalho escolar que alertava sobre o perigo das drogas em um jantar pelo Rotary Club nos anos de 1980. Aos 18 anos, Henriques passou a escrever no Jornal semanal da famosa Rádio Transcontinental (antes a faixa musical da Rádio era do Jazz, Soul, MPB e Instrumentais, não envolvendo o gênero Pagode, Samba, etc., mudando para esse estilo em meados dos anos de 1990, obtendo grande sucesso pela escolha popular). A Transcontinental não era apenas Rádio, mas tinha uma pequena edição jornalística imprimindo milhares de exemplares de jornais para a cidade de Mogi das Cruzes e região naquela época. Escreveu também para a Revista Maturitá Brasil, que circulava na região do Tatuapé no início da década de 2000, para a melhor idade (fotos abaixo das edições com Marlene Silva e David Cardoso). Nos anos de 1990, começou a ministrar aulas sobre autoconhecimento. Certo dia, antes de um determinado evento, o ministrante avisara aos realizadores que iria faltar, assim, Henriques foi chamado, passou a noite e a madrugada estudando o tema e substituiu o profissional durante a palestra. Foi, então, que a sua carreira se abriu para esta área. Ele começou a dar aulas sobre os temas holísticos em algumas cidades do Estado de SP durante anos, sendo chamado para entrevistas em Rádios e Canais de Televisão locais, mas não conseguia se esquecer da Arte e da Música em sua vida - além da responsabilidade social que gritava internamente por atividades mais conscienciosas. Com o tempo, as pessoas reconheciam Henriques como palestrante e astrólogo, mas se esqueciam do seu lado de criação, fato que o machucava muito. No fim do ano de 1998, montou a sua primeira Banda com o excelente baterista Álvaro de Almeida. No ano seguinte, André Sasahara e a sua guitarra passam a fazer parte da banda com inúmeras canções próprias. Envolveu-se com o mundo Teatral ao escrever várias peças, entre elas “Dinheiro, Silicone e Paetês (Comédia musical)”, “Cabaret Dupret (Musical)”, “A Doutrina de Susan (Drama)”, etc. Algumas peças foram encenadas na Região do Alto Tietê, sendo premiado com o troféu regional para melhor maquiagem teatral, ao trabalhar para outra trupe da cidade de Mogi das Cruzes, nos últimos anos da década de 1990. Em 2004, foi modelo fotográfico da Mega Beauty em um especial que tratava dos cabelos masculinos. Henriques criou fantasias para algumas pequenas escolas de Samba da Capital paulista durante alguns anos, quando desenhou, entre os anos de 2006 e 2007, para Ivete Leal Pugliesi, destaque da Vai-Vai, a Fantasia de uma Rainha Chinesa, sendo confeccionada ricamente pelo competente Wagner Colzatto, como mostra ilustração abaixo. A fantasia pronta foi solicitada pela organização do Brazilian Carnival Ball, em Toronto, e lá ficou exposta. Disponível em: http://brazilianball.com/2007-arthritis-autoimmunity-research-centre-aarc-foundation/ Especializou-se em Aquarelas e ilustrações infantis, formado em Pedagogia e Artes Visuais, pós-graduado em Projetos Culturais pela PUCMG, tendo como meta escrever e ilustrar para crianças.

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